
Em março de 2026, o volume de serviços no Brasil mostrou queda de 1,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após ter apresentado estabilidade (0,0%) em fevereiro de 2026. Dessa forma, o setor de serviços está 18,2% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e fica, em março de 2026, 1,7% abaixo do topo da série histórica, alcançado em outubro de 2025. Frente a março de 2025, o volume de serviços cresceu 3,0%, seu 24º resultado positivo consecutivo. O acumulado de janeiro a março deste ano foi de 2,3%, frente a igual período de 2025. O acumulado nos últimos doze meses foi a 2,8%, mantendo o ritmo de expansão frente ao observado em fevereiro (2,8%) e assinalou a taxa menos intensa desde outubro de 2024 (2,7%).
Indicadores da Pesquisa Mensal de Serviços
Brasil – Março de 2026
| Período | Variação (%) | |
|---|---|---|
| Volume | Receita Nominal | |
| Março 26 / Fevereiro 26* | -1,2 | -0,6 |
| Março 26 / Março 25 | 3,0 | 8,5 |
| Acumulado Janeiro-Março | 2,3 | 6,8 |
| Acumulado nos Últimos 12 Meses | 2,8 | 7,4 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas *série com ajuste sazonal |
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O recuo do volume de serviços (-1,2%), na passagem de fevereiro para março de 2026, foi acompanhado por todas as cinco atividades de divulgação investigadas, com destaque para os transportes (-1,7%), que eliminaram o ganho acumulado nos dois primeiros meses do ano (0,8%). As demais quedas observadas no mês vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%), de informação e comunicação (-0,9%), dos outros serviços (-2,0%) e dos serviços prestados às famílias (-1,5%), com o primeiro setor acumulando uma perda de 2,3% nos últimos quatro meses; o segundo devolvendo parte da alta acumulada nos três meses anteriores (2,8%); o terceiro acumulando uma perda de 2,4% nos últimos dois meses; e o último eliminando integralmente a expansão registrada no mês anterior (1,1%).
Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total do volume de serviços mostrou variação negativa (-0,4%) no trimestre encerrado em março de 2026 frente ao trimestre imediatamente anterior. Entre os setores, três das cinco atividades também mostraram comportamento negativo, com destaque para os serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,7%); seguido por transportes (-0,3%); e pelos serviços prestados às famílias (-0,3%). Em sentido oposto, os outros serviços (0,3%) e informação e comunicação (0,2%) mostraram os avanços neste tipo de indicador.
Na comparação com março de 2025, o volume do setor de serviços apontou expansão de 3,0% em março de 2026, 24º resultado positivo seguido. O avanço deste mês foi acompanhado por quatro das cinco atividades de divulgação e contou com crescimento em 51,8% dos 166 tipos de serviços investigados.
Entre os setores, o de informação e comunicação (7,9%) exerceu o principal impacto positivo, impulsionado, principalmente, pelo aumento da receita em telecomunicações; consultoria em tecnologia da informação; televisão aberta; portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet; e tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet. Os demais avanços vieram dos transportes (2,0%); dos serviços profissionais, administrativos e complementares (1,1%); e dos outros serviços (2,7%), explicados, em grande parte, pela maior receita vinda de transporte rodoviário de carga; transporte rodoviário coletivo de passageiros; navegação de apoio marítimo e portuário; e concessionárias de rodovias, no primeiro ramo; e de intermediação de negócios em geral por meio de aplicativos ou de plataformas de e-commerce; atividades jurídicas; atividades de vigilância e segurança privada; limpeza em prédios e em domicílios; e serviços de engenharia, no segundo; e de corretoras de títulos e valores mobiliários; administração de bolsas e mercados de balcão organizados; e atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde, no último. Em sentido oposto, os serviços prestados às famílias (-1,6%) exerceram o único impacto negativo, pressionados, em grande medida, pela menor receita vinda dos hotéis.
Pesquisa Mensal de Serviços
Indicadores do Volume de Serviços, segundo as atividades de divulgação
Março 2026 – Variação (%)
| Atividades de Divulgação | Mês/Mês anterior (1) | Mensal (2) | Acumulado no ano (3) | Últimos 12 meses (4) | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| JAN | FEV | MAR | JAN | FEV | MAR | JAN-JAN | JAN-FEV | JAN-MAR | Até JAN | Até FEV | Até MAR | |
| Volume de Serviços – Brasil | -0,1 | 0,0 | -1,2 | 3,2 | 0,4 | 3,0 | 3,2 | 1,8 | 2,3 | 3,1 | 2,8 | 2,8 |
| 1. Serviços prestados às famílias | -0,4 | 1,1 | -1,5 | 2,3 | 4,3 | -1,6 | 2,3 | 3,2 | 1,6 | 1,3 | 1,6 | 1,1 |
| 1.1 Serviços de alojamento e alimentação | -0,3 | 1,1 | -1,2 | 2,1 | 4,5 | -1,7 | 2,1 | 3,2 | 1,5 | 1,6 | 1,9 | 1,4 |
| 1.1.1 Alojamento | – | – | – | -0,4 | 8,3 | -13,2 | -0,4 | 3,2 | -2,4 | 2,5 | 3,6 | 1,4 |
| 1.1.2 Alimentação | – | – | – | 3,0 | 3,3 | 1,9 | 3,0 | 3,2 | 2,7 | 1,3 | 1,4 | 1,4 |
| 1.2 Outros serviços prestados às famílias | -5,6 | 0,3 | -2,2 | 3,8 | 3,2 | -0,9 | 3,8 | 3,5 | 2,0 | -0,6 | -0,3 | -0,3 |
| 2. Serviços de informação e comunicação | 0,8 | 0,8 | -0,9 | 6,5 | 4,3 | 7,9 | 6,5 | 5,4 | 6,3 | 5,6 | 5,2 | 5,5 |
| 2.1 Serviços de tecnologia da informação e comunicação (TIC) | 0,7 | 0,5 | -0,9 | 6,6 | 4,0 | 6,7 | 6,6 | 5,3 | 5,8 | 6,2 | 5,7 | 5,9 |
| 2.1.1 Telecomunicações | 0,0 | 0,2 | -0,6 | 1,5 | 0,0 | 3,3 | 1,5 | 0,8 | 1,6 | 0,3 | 0,0 | 0,3 |
| 2.1.2 Serviços de tecnologia da informação | 3,1 | 0,6 | -1,7 | 11,8 | 8,0 | 10,0 | 11,8 | 9,9 | 9,9 | 12,4 | 11,6 | 11,6 |
| 2.2 Serviços audiovisuais | 2,8 | 2,2 | 2,4 | 6,3 | 7,3 | 17,5 | 6,3 | 6,8 | 10,4 | 0,8 | 1,0 | 2,4 |
| 3. Serviços profissionais, administrativos e complementares | -0,6 | -0,2 | -1,1 | 3,5 | 0,5 | 1,1 | 3,5 | 2,0 | 1,7 | 3,0 | 2,7 | 2,6 |
| 3.1 Serviços técnico-profissionais | 1,5 | 2,3 | -4,1 | 6,5 | 3,5 | 5,2 | 6,5 | 4,9 | 5,0 | 4,4 | 4,4 | 4,8 |
| 3.2 Serviços administrativos e complementares | 0,9 | -1,3 | -1,5 | 1,4 | -1,7 | -2,0 | 1,4 | -0,2 | -0,8 | 2,0 | 1,4 | 0,9 |
| 3.2.1 Aluguéis não imobiliários | -0,9 | -0,4 | -3,5 | 0,7 | -0,2 | -7,3 | 0,7 | 0,3 | -2,4 | -0,2 | -0,6 | -1,8 |
| 3.2.2 Serviços de apoio às atividades empresariais | 1,6 | -2,8 | 1,0 | 1,6 | -2,2 | -0,2 | 1,6 | -0,3 | -0,3 | 2,7 | 2,1 | 1,9 |
| 4. Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio | 0,3 | 0,4 | -1,7 | 1,2 | -2,5 | 2,0 | 1,2 | -0,6 | 0,3 | 2,6 | 2,2 | 2,3 |
| 4.1 Transporte terrestre | -1,3 | 1,5 | -0,9 | 2,1 | 0,6 | 5,1 | 2,1 | 1,4 | 2,7 | 2,0 | 2,1 | 2,7 |
| 4.1.1 Rodoviário de cargas | – | – | – | 2,8 | 0,9 | 5,8 | 2,8 | 1,8 | 3,2 | 2,7 | 2,8 | 3,4 |
| 4.1.2 Rodoviário de passageiros | – | – | – | -0,8 | -0,6 | 10,0 | -0,8 | -0,7 | 2,9 | 0,2 | 0,4 | 1,6 |
| 4.1.3 Outros segmentos do transporte terrestre | – | – | – | 4,1 | 1,1 | -3,1 | 4,1 | 2,6 | 0,4 | 2,0 | 2,1 | 1,5 |
| 4.2 Transporte aquaviário | 1,7 | -0,4 | -1,0 | -2,5 | -9,1 | -5,2 | -2,5 | -5,9 | -5,7 | 1,0 | -0,2 | -1,3 |
| 4.3 Transporte aéreo | 4,7 | -9,1 | -7,1 | 20,1 | -10,2 | -9,1 | 20,1 | 5,2 | 0,5 | 16,3 | 13,4 | 11,9 |
| 4.4 Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio | 3,2 | 1,1 | 0,1 | -6,3 | -5,0 | 0,5 | -6,3 | -5,7 | -3,6 | -0,5 | -1,0 | -1,3 |
| 5. Outros serviços | 3,2 | -0,4 | -2,0 | 1,9 | -2,8 | 2,7 | 1,9 | -0,4 | 0,6 | -0,1 | -0,4 | 0,1 |
| 5.1 Esgoto, gestão de resíduos, recuperação de materiais e descontaminação | – | – | – | 0,6 | -1,9 | 0,5 | 0,6 | -0,6 | -0,3 | 0,9 | 0,4 | 0,2 |
| 5.2 Atividades auxiliares dos serviços financeiros | – | – | – | 3,1 | -3,7 | 3,6 | 3,1 | -0,3 | 1,0 | -0,1 | -0,4 | 0,2 |
| 5.3 Atividades imobiliárias | – | – | – | -0,6 | -3,3 | 2,6 | -0,6 | -1,9 | -0,4 | -0,7 | -1,0 | -0,9 |
| 5.4 Outros serviços não especificados anteriormente | – | – | – | -2,8 | 3,6 | 0,1 | -2,8 | 0,5 | 0,3 | -1,0 | -0,3 | 0,1 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas (1) Base: mês imediatamente anterior – com ajuste sazonal (2) Base: igual mês do ano anterior (3) Base: igual período do ano anterior (4) Base: 12 meses anteriores |
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No índice acumulado de janeiro a março de 2026, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços apresentou expansão de 2,3%, com todas as cinco atividades de divulgação apontando taxas positivas e crescimento em 48,2% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, a contribuição positiva mais importante ficou com o ramo de informação e comunicação (6,3%), impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de consultoria em tecnologia da informação; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet; e desenvolvimento de programas de computador sob encomenda.
Os demais avanços vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (1,7%); dos serviços prestados às famílias (1,6%); dos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (0,3%) e dos outros serviços (0,6%), explicados, sobretudo, pelo aumento na receita das empresas que atuam com intermediação de negócios em geral por meio de aplicativos ou de plataformas de e-commerce; agenciamento de espaços de publicidade; atividades jurídicas; limpeza em prédios e em domicílios; e locação de mão de obra temporária, no primeiro setor; serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada; restaurantes; produção e promoção de eventos esportivos; e ensino de idiomas, no segundo; transporte rodoviário de carga; rodoviário coletivo de passageiros; e concessionárias de rodovias, no terceiro; e corretoras de títulos e valores mobiliários; administração de bolsas e mercados de balcão organizados; e coleta de resíduos não perigosos, no último.
Volume de serviços tem queda em 13 das 27 unidades da federação
Regionalmente, a menor parte das unidades da federação (13 das 27) assinalou retração no volume de serviços em março de 2026, na comparação com o mês imediatamente anterior, a despeito do recuo observado no resultado do Brasil (-1,2%) – série ajustada sazonalmente. Entre os locais que apontaram taxas negativas, o impacto mais importante veio de São Paulo (-2,1%), seguido por Mato Grosso (-5,2%), Pernambuco (-3,9%) e Mato Grosso do Sul (-6,0%). Em contrapartida, Distrito Federal (10,3%) e Rio de Janeiro (1,8%) exerceram as principais contribuições positivas do mês, seguidos por Santa Catarina (2,7%), Paraná (0,3%), Rio Grande do Norte (2,1%) e Alagoas (2,5%).
Na comparação com março de 2025, a expansão do volume de serviços no Brasil (3,0%) foi acompanhada por 14 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (4,0%), seguido por Rio de Janeiro (5,2), Distrito Federal (16,2%), Rio Grande do Sul (3,5%) e Santa Catarina (3,4%). Em sentido oposto, a Bahia (-2,9%) liderou as perdas do mês, seguida por Ceará (-3,3%), Amazonas (-3,9%), Mato Grosso (-2,1%) e Goiás (-2,0%).
No acumulado do primeiro trimestre de 2026, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (2,3%) se deu de forma disseminada entre os locais investigados, já que 15 das 27 unidades da federação também mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo ocorreu em São Paulo (4,4%), seguido por Distrito Federal (11,2%), Mato Grosso (10,8%), Santa Catarina (0,5%) e Rondônia (7,7%). Por outro lado, Minas Gerais (-1,6%) registrou a influência negativa mais importante sobre índice nacional, seguido por Ceará (-4,7%), Paraná (-1,0%) e Rio de Janeiro (-0,3%).
Atividades turísticas caem 4,0% em março
Em março de 2026, o índice de atividades turísticas apontou retração de 4,0% frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado negativo seguido, período em que acumulou uma perda de 5,4%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 6,5% acima do patamar de fevereiro de 2020 e opera, em março de 2026, 6,3% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024. Regionalmente, 14 dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de queda verificado na atividade turística nacional (-4,0%). A influência negativa mais relevante ficou com São Paulo (-6,3%), seguido por Rio de Janeiro (-2,4%), Bahia (-5,3%), Pernambuco (-9,2%) e Minas Gerais (-2,8%). Em sentido oposto, Rio Grande do Sul (1,4%) liderou os ganhos do turismo neste mês, seguido por Rio Grande do Norte (1,3%) e Goiás (0,4%).
Na comparação com março de 2025, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil apresentou retração de 3,9%, após ter registrado dois meses seguidos de taxas positivas. Neste mês, foi pressionado, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo de passageiros; hotéis; e locação de automóveis. Em termos regionais, 11 das 17 unidades da federação onde o indicador é investigado mostraram queda nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (-3,1%), seguido por Bahia (-11,3%), Minas Gerais (-8,1%), Pernambuco (-12,9%), Santa Catarina (-10,2%) e Ceará (-11,6%). Em contrapartida, Rio Grande do Norte (7,3%) exerceu o principal impacto positivo do mês, seguido por Espírito Santo (4,6%) e Rio Grande do Sul (1,3%).
No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o agregado especial de atividades turísticas mostrou expansão de 0,9% frente a igual período do ano passado, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de serviços de catering, bufê e de comida preparada; restaurantes; serviços de reservas relacionados a hospedagens; e transporte aéreo de passageiros. Regionalmente, 10 dos 17 locais investigados também registraram taxas positivas, com ganhos vindos do Rio de Janeiro (8,4%) e de São Paulo (1,6%), seguidos por Bahia (1,7%), Rio Grande do Norte (6,8%) e Amazonas (5,4%). Em sentido oposto, Minas Gerais (-6,9%) liderou as perdas do turismo, seguido por Santa Catarina (-6,4%), Pernambuco (-3,6%) e Paraná (-2,6%).
Transportes de passageiros e de cargas recuam em março
Em março de 2026, o volume de transporte de passageiros recuou 3,4% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, segunda taxa negativa seguida, período em que acumulou uma perda de 4,3%. Dessa forma, o segmento se encontra, nesse mês de referência, 1,7% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 22,1% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica). Por sua vez, o volume do transporte de cargas apontou retração de 1,0% em março de 2026, após ter crescido 0,8% no mês anterior. Dessa forma, o segmento se situa 5,1% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023). Com relação ao nível pré-pandemia, o transporte de cargas está 37,1% acima de fevereiro 2020.
No confronto com igual mês do ano anterior, sem ajuste sazonal, o transporte de passageiros cresceu 2,8% em março de 2026, após ter recuado 4,0% no mês anterior; ao passo que o transporte de cargas apontou crescimento de 2,5%, no mesmo tipo de confronto.
No indicador acumulado do primeiro trimestre deste ano, o transporte de passageiros mostrou expansão de 2,3% frente a igual período de 2025, enquanto o de cargas avançou 1,4% no mesmo intervalo investigado.
Fonte
O post “Volume de serviços recua 1,2% em março” foi publicado em 16/05/2026 e pode ser visto originalmente diretamente na fonte IBGE – Agência de Notícias
