
Em abril de 2026, os preços da indústria variaram 2,63% frente a março de 2026. Nessa comparação, 21 das 24 atividades industriais apresentaram aumento de preços. O acumulado no ano foi de 5,12%, o terceiro maior já registrado para um mês de abril desde o início da série histórica, em 2014. O acumulado em 12 meses ficou em 1,07%. Em abril de 2025, o IPP, na comparação mensal, havia sido de -0,12%.
| Período | Taxa |
|---|---|
| Abril de 2026 | 2,63% |
| Março de 2026 | 2,28% |
| Abril de 2025 | -0,12% |
| Acumulado no ano | 5,12% |
| Acumulado em 12 meses | 1,07% |
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange as grandes categorias econômicas.
Em abril de 2026, os preços da indústria variaram 2,63% frente a março de 2026 (2,28%). Um total de 21 das 24 atividades industriais investigadas na pesquisa apresentaram variações positivas de preço ante o mês imediatamente anterior. Em comparação, 19 atividades haviam apresentado maiores preços médios em março em relação a fevereiro.
As quatro variações mais intensas foram em outros produtos químicos (9,91%); borracha e plástico (7,31%); refino de petróleo e biocombustíveis (6,44%); e indústrias extrativas (4,92%).
Índice de Preços ao Produtor, segundo as Indústrias Extrativas e
de Transformação (Indústria Geral) e Seções, Brasil, últimos três meses
| Indústria Geral e Seções | Variação (%) | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| M/M₋₁ | Acumulado no Ano | M/M₋₁₂ | |||||||
| Fev/2026 | Mar/2026 | Abr/2026 | Fev/2026 | Mar/2026 | Abr/2026 | Fev/2026 | Mar/2026 | Abr/2026 | |
| Indústria Geral | -0,16 | 2,28 | 2,63 | 0,15 | 2,43 | 5,12 | -4,39 | -1,63 | 1,07 |
| B – Indústrias Extrativas | -0,61 | 16,43 | 4,92 | 0,78 | 17,33 | 23,11 | -9,35 | 9,50 | 20,29 |
| C – Indústrias de Transformação | -0,14 | 1,64 | 2,51 | 0,13 | 1,76 | 4,31 | -4,16 | -2,14 | 0,22 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coord. de Estatísticas Conjunturais em Empresas | |||||||||
Outros produtos químicos foi o setor industrial de maior destaque na composição do resultado agregado, na comparação entre os preços de abril e os de março. A atividade foi responsável por 0,80 ponto percentual (p.p.) de influência na variação de 2,63% da indústria geral. Ainda neste quesito, outras atividades que também sobressaíram foram refino de petróleo e biocombustíveis, com 0,63 p.p. de influência, alimentos (0,34 p.p.) e borracha e plástico (0,29 p.p.).
O acumulado no ano foi de 5,12% em abril. Já em 2025, a taxa acumulada até o mês de abril foi de -0,68%. O valor da taxa acumulada no ano até este mês de referência é o terceiro maior já registrado para um mês de abril desde o início da série histórica, em 2014.
Entre as atividades que, em abril de 2026, tiveram as maiores variações no acumulado no ano, se destacaram: indústrias extrativas (23,11%), outros produtos químicos (17,66%), refino de petróleo e biocombustíveis (9,67%) e borracha e plástico (9,37%).
Na composição do resultado agregado da indústria, na perspectiva deste mesmo indicador (acumulado no ano), as principais influências foram registradas em outros produtos químicos: 1,36 p.p., indústrias extrativas: 0,99 p.p., refino de petróleo e biocombustíveis: 0,95 p.p. e alimentos: 0,63 p.p.
No acumulado em 12 meses, calculado comparando os preços de abril de 2026 aos de abril de 2025, a variação foi de 1,07% neste mês de referência. Em março, este mesmo indicador havia registrado taxa de -1,63%.
Os setores com as quatro maiores variações de preços na comparação de abril com o mesmo mês do ano anterior foram: indústrias extrativas (20,29%); impressão (18,84%); borracha e plástico (9,32%); e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (9,32%).
E, também na comparação do acumulado em 12 meses, os setores de maior influência no resultado agregado foram: alimentos (-1,72 p.p.); indústrias extrativas (0,86 p.p.); outros produtos químicos (0,52 p.p.); e refino de petróleo e biocombustíveis (0,37 p.p.).
Entre as grandes categorias econômicas , o resultado de abril repercutiu assim: 1,26% de variação em bens de capital (BK); 4,10% em bens intermediários (BI); e 0,78% em bens de consumo (BC), sendo que a variação observada nos bens de consumo duráveis (BCD) foi de 0,25%, ao passo que nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis (BCND) foi de 0,89%.
A principal influência dentre as Grandes Categorias Econômicas foi exercida por bens intermediários, cujo peso na composição do índice geral foi de 55,18% e respondeu por 2,23 p.p. da variação de 2,63% nas indústrias extrativas e de transformação.
Completam a lista, bens de consumo, com influência de 0,30 p.p. e bens de capital com 0,10 p.p.. No caso de bens de consumo, a influência observada em abril se divide em 0,02 p.p., que se deveu à variação nos preços de bens de consumo duráveis, e 0,28 p.p. associada à variação de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.
Índice de Preços ao Produtor, variação segundo as Indústrias Extrativas e de
Transformação (Indústria Geral) e Grandes Categorias Econômicas, Brasil, últimos três meses
| Indústria Geral e Grandes Categorias Econômicas | Variação (%) | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| M/M₋₁ | Acumulado no Ano | M/M₋₁₂ | |||||||
| Fev/2026 | Mar/2026 | Abr/2026 | Fev/2026 | Mar/2026 | Abr/2026 | Fev/2026 | Mar/2026 | Abr/2026 | |
| Indústria Geral | -0,16 | 2,28 | 2,63 | 0,15 | 2,43 | 5,12 | -4,39 | -1,63 | 1,07 |
| Bens de Capital (BK) | -1,32 | -0,05 | 1,26 | -1,96 | -2,01 | -0,77 | -1,11 | -1,34 | -0,06 |
| Bens Intermediários (BI) | -0,24 | 3,54 | 4,10 | 0,30 | 3,85 | 8,11 | -6,73 | -2,62 | 2,37 |
| Bens de Consumo (BC) | 0,18 | 0,98 | 0,78 | 0,38 | 1,37 | 2,17 | -1,62 | -0,22 | -0,56 |
| Bens de Consumo Duráveis (BCD) | -0,14 | -0,23 | 0,25 | -0,11 | -0,34 | -0,09 | 1,59 | 1,48 | 1,52 |
| Bens de Consumo Semiduráveis e Não Duráveis (BCND) | 0,25 | 1,22 | 0,89 | 0,48 | 1,71 | 2,61 | -2,23 | -0,55 | -0,95 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coord. de Estatísticas Conjunturais em Empresas | |||||||||
No acumulado no ano, a variação chegou a -0,77%, no caso de bens de capital; 8,11% em bens intermediários; e 2,17% em bens de consumo – sendo que bens de consumo duráveis acumulou variação de -0,09%, enquanto bens de consumo semiduráveis e não duráveis, 2,61%.
Em termos de influência no resultado acumulado no ano, bens de capital foi responsável por -0,06 p.p. dos 5,12% verificados na indústria geral até abril deste ano. Bens intermediários, por seu turno, respondeu por 4,35 p.p., enquanto bens de consumo exerceu influência de 0,83 p.p. no resultado agregado da indústria, influência que se divide em -0,01 p.p. devidos às variações nos preços de bens de consumo duráveis e 0,84 p.p. causados pelas variações de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.
No acumulado em 12 meses, a variação de preços de bens de capital foi de -0,06% em abril/2026. Os preços dos bens intermediários, por sua vez, variaram 2,37% neste intervalo de um ano e a variação em bens de consumo foi de -0,56%, sendo que bens de consumo duráveis apresentou variação de preços de 1,52% e bens de consumo semiduráveis e não duráveis de -0,95%.
No que diz respeito às influências no resultado agregado, com peso de 55,18% no cálculo do índice geral, bens intermediários foi responsável por 1,29 p.p. dos 1,07% de variação acumulada em 12 meses na indústria, neste mês de referência. No resultado de abril de 2026, houve, ainda, influência de 0,00 p.p. de bens de capital e de -0,21 p.p. de bens de consumo.
O resultado de bens de consumo, em particular, foi influenciado em 0,09 p.p. por bens de consumo duráveis e em -0,30 p.p. por bens de consumo semiduráveis e não duráveis, este último com peso de 83,76% no cômputo do índice daquela grande categoria.
Indústrias extrativas: em abril de 2026, as indústrias extrativas mantiveram o crescimento nos preços, registrando variação de 4,92% em relação ao mês anterior. O setor se destacou em todos os indicadores analisados em termos de variação e/ou de influência sobre os resultados agregados.
Na comparação mensal, esse desempenho correspondeu à quarta maior variação entre as atividades analisadas. Já no acumulado do ano, o resultado de abril apresentou variação de 23,11%, a maior entre as atividades e o maior valor para um mês de abril desde 2021, exercendo influência de 0,99 p.p. no total de 5,12%. Na comparação interanual, a variação foi de 20,29%, com influência de 0,86 p.p. em um total de 1,07%, configurando, respectivamente, o primeiro e o segundo resultados mais expressivos entre todas as atividades nesse indicador.
O desempenho do setor foi impulsionado principalmente pelos produtos “óleos brutos de petróleo” e “minérios de cobre e seus concentrados, bruto ou beneficiado”. Os resultados observados se encontram alinhados ao comportamento do mercado internacional.
Alimentos: pelo segundo mês consecutivo, os preços do setor variaram, em média, de forma positiva, 1,43% em abril. Com isso, o acumulado no ano avançou de 1,14%, em março, para 2,59%, um quadro distinto do ano anterior quando, em abril, o acumulado no ano variava -1,50%. Mesmo com os resultados positivos, a comparação entre abril de 2026 e o de 2025 continua negativa, -6,76%. Em termos de número-índice, o de abril de 2026, 181,86, é 8,16% menor que o pico da série, 198,02, alcançado em dezembro de 2024.
O destaque do setor se deu em termos de influência: é a terceira na comparação entre abril e março do ano atual, 0,34 p.p., em 2,63%; a quarta no acumulado no ano, 0,63 p.p., em 5,12%; e a primeira e a única negativa entre as quatro destacadas no acumulado em 12 meses, -1,72%, em 1,07%.
Na comparação mensal, as quatro variações mais intensas foram positivas. Já em termos de influência, a menos de uma (“café torrado e moído”), as demais também tiveram preços maiores em abril em relação a março. Vale dizer que a influência líquida dos quatro produtos mais influentes soma 1,49 p.p., ou seja, os demais 39 produtos selecionados impactaram em bloco negativamente o resultado (-0,06 p.p.), haja vista que o setor experimentou um aumento de preços de 1,43%.
Nas duas listas – a dos quatro produtos de maior variação e a dos quatro mais influentes –, existem dois produtos comuns: “leite esterilizado / UHT / Longa Vida” e “açúcar VHP (very high polarization)”. Entre os quatro de maior variação, além do leite, desponta também “queijos frescos (não curados): mussarela exc. queijo minas”. O movimento do preço de ambos está em linha com o avanço do preço do leite cru (sazonal), num momento em que, ao lado de uma oferta restrita, a concorrência entre os laticínios promove o aumento observado. Ou seja, são os custos a principal fonte do aumento.
No caso de “açúcar VHP (very high polarization)”, o aumento de preços esteve ligado a oportunidades de mercado específicas de algumas empresas, haja vista que, entre todas as selecionadas, há um bom número que praticou preços menores no mês. O aumento de preços observados em “carnes de bovinos frescas ou refrigeradas” expressa um quadro em que há oferta restrita de reses para abate, conjugado com aumento da demanda externa, o que se refletiu, portanto, em toda a cadeia. Por fim, o recuo dos preços de “café torrado e moído” respondeu tanto ao movimento do mercado internacional, inclusive com expectativa de uma safra boa no Brasil, mas também vai em linha com a apreciação do real frente ao dólar – em abril, 3,8%; no acumulado no ano, 7,7%; e, em 12 meses, 13,0%.
Refino de petróleo e biocombustíveis: os preços do setor, na comparação entre abril e março do ano atual, não só continuaram aumentando, como aceleraram em relação a março, 6,44% em abril contra 4,24% em março. Com isso, o acumulado no ano saiu de 3,03% em março para 9,67% (era -0,21% em abril de 2025). Vale observar que é o primeiro abril positivo desde 2022, quando então o acumulado alcançava 22,92%. Por fim, no acumulado em 12 meses, o resultado de 3,70% é o primeiro positivo desde maio de 2025, 0,69%, e o maior desde abril de 2025, 3,62%.
O setor teve destaque entre as quatro maiores variações e influência. No caso da variação, sempre positiva, foi a terceira tanto na comparação mensal quanto no acumulado no ano. Em termos de influência, foi a segunda na comparação entre abril e março do ano atual, 0,63 p.p., em 2,63%; a terceira no acumulado no ano, 0,95 p.p., em 5,12%; e a quarta no acumulado em 12 meses, 0,37 p.p., em 1,07%.
As maiores variações observadas, todas positivas, são de produtos de menor peso no cálculo do setor, mas que repercutem em outros setores da economia. É o caso da “nafta”, matéria-prima importante nos setores químicos e, por meio deste e indiretamente, no de plástico. No caso das quatro maiores influências (5,60 p.p., em 6,44%), dois produtos da lista anterior também aparecem entre elas (“querosenes de aviação” e “óleos combustíveis, exceto diesel”), mas são os outros dois aqueles com maior peso no cálculo: “óleo diesel” (40,74%), o de maior peso, e “álcool etílico (anidro ou hidratado)” (15,76%), o terceiro em termos de peso. O preço do álcool foi influenciado pelo maior processamento da cana-de-açúcar recém-colhida. Já o de “óleo diesel” e de toda a cadeia petrolífera está em linha com os efeitos do conflito que tem obstruído um dos principais canais de transporte do óleo bruto de petróleo, o Estreito de Ormuz.
Outros produtos químicos: atividade com terceiro maior peso no cálculo do IPP (8,65% em abril), atingiu variação de 9,91% no mês de referência, a maior dentre todas as atividades pesquisadas. Após uma deflação mensal de -0,25% em fevereiro, a atividade acelerou para 4,99% em março e atingiu 9,91% em abril, à esteira dos conflitos geopolíticos no oriente médio. A guerra, em particular o fechamento do estreito de Ormuz, tem impactado intensamente os preços de produtos químicos, o que se reflete explicitamente no desempenho mensal da maioria dos preços dos produtos da atividade. A nafta, por exemplo, produto básico da indústria petroquímica, como citado anteriormente, se destacou entre as maiores variações positivas de preços do setor de refino. No acumulado do ano, a variação verificada da atividade foi de 17,66% em abril, a segunda maior dentre todas as atividades. Já no que diz respeito à variação em 12 meses, após sete meses no campo negativo, atingiu 6,39%.
A atividade também se destacou em termos de influência: à margem, contribuiu com 0,80 p.p. para a variação mensal de 2,63% da indústria geral; no acumulado no ano, contribuiu com 1,36 p.p. para a variação de 5,12%, a maior dentre todas as atividades; por fim, no acumulado em 12 meses, a contribuição foi de 0,52 p.p. para a variação geral de 1,07% – terceira maior em valores absolutos.
Com relação aos grupos industriais selecionados, “fabricação de produtos químicos inorgânicos” variou 2,70% em abril, atingindo 13,91% no ano e 8,45% no acumulado em 12 meses. Já o grupo “fabricação de resina e elastômeros” sofreu um forte choque em seus preços na porta da fábrica em abril, variando 42,39%. No acumulado no ano, o grupo variou 51,94%, enquanto no acumulado em 12 meses atingiu 27,51%. O grupo “fabricação de defensivos agrícolas e desinfetantes domissanitários”, por sua vez, apresentou deflação mensal de 7,12%, acumulando -4,65% no ano e -13,96% em 12 meses. O grupo, especificamente, tem se mostrado menos sensível a variações positivas em seus preços desde o início da guerra no Irã em fevereiro, com as empresas alterando estratégias em meio à turbulência econômica. A apreciação cambial de 3,8% em abril, à margem, também tem impacto nos preços desse grupo.
O produto de maior peso na atividade, “adubos ou fertilizantes à base de NPK”, apresentou influência positiva tanto no acumulado no ano quanto no acumulado em 12 meses. Outro destaque é o produto “polietileno linear, com densidade inferior a 0,94”, o qual apresentou resultado positivo em todos os quesitos de análise, tanto de variação quanto de influência.
Borracha e plástico: a atividade apresentou variação de 7,31% na passagem de março para abril, acumulando uma variação de 9,37% em 2026. Com esse resultado, a atividade se posicionou como a segunda maior variação observada entre todos os setores analisados na pesquisa na passagem de março para abril; a terceira maior variação no indicador de 12 meses (9,32%); e a quarta maior variação acumulada no ano de 2026. Somente no intervalo de fevereiro para abril, a alta acumulada foi de 9,81%, refletindo o impacto dos conflitos no oriente médio na atividade.
O mês de abril se mostrou como um dos períodos de maior escalada no conflito, afetando, portanto, os preços dos insumos da indústria de plásticos. Os produtos com maiores variações mensais foram: “artigos descartáveis de plástico”; “filmes de material plástico (inclusive BOPP) para embalagem”; “garrafas, garrafões e artigos semelhantes de plástico”; e “tubos/tubetes flexíveis de plásticos, exc. construção civil”. Todos os produtos cujos insumos são ligados à indústria petroquímica.
Também se destacam os produtos de “sacos de material plástico para embalagem ou transporte”, que se posicionam entre as maiores influência para os três indicadores (mensal, anual e acumulado no ano), assim como “filmes de material plástico (inclusive BOPP) para embalagem”. Reforçando, portanto, a exposição dos preços de produção de plásticos a choques nos preços e nas cadeias de insumos ligados à indústria petroquímica.
Fonte
O post “Índice de Preços ao Produtor (IPP) é de 2,63% em abril” foi publicado em 29/05/2026 e pode ser visto originalmente diretamente na fonte IBGE – Agência de Notícias
