
Em dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista nacional variou -0,4% frente a novembro, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral teve variação positiva de 0,3%.
Na série sem ajuste sazonal, frente a dezembro de 2024, o comércio varejista apresentou crescimento de 2,3%, acumulando expansão de 1,6% em 2025.
No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças; material de construção; e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas caiu 1,2% em dezembro, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral apresentou variação de +0,1%.
Na comparação com dezembro de 2024, o varejo ampliado cresceu 2,8%, enquanto em 2025 acumulou variação de 0,1%.
| Período | Varejo | Varejo Ampliado | ||
|---|---|---|---|---|
| Volume de vendas | Receita nominal | Volume de vendas | Receita nominal | |
| Dezembro / Novembro* | -0,4 | -0,4 | -1,2 | -1,0 |
| Média móvel trimestral* | 0,3 | 0,3 | 0,1 | 0,2 |
| Dezembro 2025 / Dezembro 2024 | 2,3 | 4,4 | 2,8 | 4,6 |
| Acumulado 2025 | 1,6 | 6,4 | 0,1 | 4,0 |
| Acumulado 12 meses | 1,6 | 6,4 | 0,1 | 4,0 |
| *Série COM ajuste sazonal Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas |
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O crescimento de 1,6% em 2025 foi o nono ano consecutivo de ganhos. Na comparação com os anos anteriores, o resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, a 2024 (4,1%) e no mesmo patamar que o fechamento de 2023 (1,7%). O crescimento de 2025 levou também a série do índice de base fixa do volume com ajuste sazonal a novos níveis recordes atingindo o patamar máximo em novembro.
A passagem de novembro para dezembro de 2025 registrou variação de -0,4%, resultado na faixa de variação entre +0,5% e -0,5%, considerado estabilidade.
| INDICADORES DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| ATIVIDADES | MÊS/MÊS ANTERIOR (1) |
MÊS/IGUAL MÊS DO ANO ANTERIOR |
ACUMULADO | |||||
| Taxa de Variação (%) |
Taxa de Variação (%) |
Taxa de Variação (%) |
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| OUT | NOV | DEZ | OUT | NOV | DEZ | NO ANO | 12 MESES | |
| COMÉRCIO VAREJISTA (2) | 0,5 | 1,0 | -0,4 | 1,0 | 1,5 | 2,3 | 1,6 | 1,6 |
| 1 – Combustíveis e lubrificantes | 1,7 | 0,7 | 0,3 | 0,2 | -1,2 | 3,0 | 0,6 | 0,6 |
| 2 – Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo | 0,0 | 1,1 | -0,3 | 0,0 | 0,1 | 1,3 | 0,8 | 0,8 |
| 2.1 – Super e hipermercados | 0,2 | 1,0 | -0,4 | 0,4 | 0,2 | 1,3 | 1,1 | 1,1 |
| 3 – Tecidos, vest. e calçados | 0,1 | -0,8 | -0,4 | -2,3 | -3,9 | -2,5 | 1,3 | 1,3 |
| 4 – Móveis e eletrodomésticos | 1,3 | 2,3 | -0,7 | 3,4 | 5,7 | 6,9 | 4,5 | 4,5 |
| 4.1 – Móveis | – | – | – | -6,6 | -3,8 | -1,9 | -4,3 | -4,3 |
| 4.2 – Eletrodomésticos | – | – | – | 7,0 | 9,5 | 10,0 | 7,5 | 7,5 |
| 5 – Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria | 0,4 | 2,3 | -5,1 | 6,4 | 7,5 | 6,8 | 4,5 | 4,5 |
| 6 – Livros, jornais, rev. e papelaria | 0,7 | 1,2 | -2,0 | 1,0 | 5,9 | -1,6 | -0,9 | -0,9 |
| 7 – Equip. e mat. para escritório, informatica e comunicação | 5,1 | 4,1 | 6,0 | 8,0 | 9,9 | 31,1 | 4,1 | 4,1 |
| 8 – Outros arts. de uso pessoal e doméstico | 0,1 | 1,6 | -1,8 | 1,2 | 4,5 | 0,6 | 2,2 | 2,2 |
| COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (3) | 1,0 | 0,6 | -1,2 | -0,3 | -0,2 | 2,8 | 0,1 | 0,1 |
| 9 – Veículos e motos, partes e peças | 2,9 | 0,2 | -2,4 | -4,3 | -5,3 | 0,7 | -2,9 | -2,9 |
| 10- Material de construção | 0,5 | 0,5 | -2,8 | -3,8 | -2,9 | 0,1 | -0,2 | -0,2 |
| 11- Atacado Prod.Alimen.,Beb. e Fumo | 2,3 | 0,9 | 9,7 | -2,3 | -2,3 | |||
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas (1) Séries com ajuste sazonal. (2) O indicador do comércio varejista é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 8. (3) O indicador do comércio varejista ampliado é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 10. |
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Seis das oito atividades ficaram no campo negativo, na série com ajuste sazonal
A variação de -0,4% no volume de vendas do comércio varejista, de novembro para dezembro de 2025, teve predominância de taxas negativas, atingindo seis das oito atividades pesquisadas: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-5,1%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,0%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%), Móveis e eletrodomésticos (-0,7%), Tecidos, vestuário e calçados (-0,4%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).
Apenas dois dos oito grupamentos pesquisados não registraram taxa negativa: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,0%) e Combustíveis e lubrificantes (0,3%). Já no varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças e Material de construção caíram: -2,4% e -2,8%, respectivamente.
Seis atividades do varejo avançaram na comparação com dezembro de 2024
Frente a dezembro de 2024, seis atividades do varejo (2,3%) também tiveram variações no campo positivo: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (31,1%), Móveis e eletrodomésticos (6,9%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (6,8%), Combustíveis e lubrificantes (3,0%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,6%).
Os setores que ficaram no campo negativo foram: Tecidos, vestuário e calçados (-2,5%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,6%).
No varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças teve alta de 0,7%, Material de construção variou 0,1% e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo subiu 9,7%.
| INDICADORES DA RECEITA NOMINAL DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| ATIVIDADES | MÊS/MÊS ANTERIOR (1) |
MÊS/IGUAL MÊS DO ANO ANTERIOR |
ACUMULADO | |||||
| Taxa de Variação (%) |
Taxa de Variação (%) |
Taxa de Variação (%) |
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| OUT | NOV | DEZ | OUT | NOV | DEZ | NO ANO | 12 MESES | |
| COMÉRCIO VAREJISTA (2) | 0,3 | 0,9 | -0,4 | 4,8 | 4,3 | 4,4 | 6,4 | 6,4 |
| 1 – Combustíveis e lubrificantes | 1,4 | 1,0 | 0,5 | 2,6 | 1,1 | 4,7 | 5,2 | 5,2 |
| 2 – Hiper, supermercados, prods. alimentícios, bebidas e fumo | -0,1 | 0,7 | -0,5 | 4,5 | 2,9 | 3,2 | 6,4 | 6,4 |
| 2.1 – Super e hipermercados | 0,0 | 0,4 | -0,5 | 4,9 | 3,0 | 3,2 | 6,7 | 6,7 |
| 3 – Tecidos, vest. e calçados | 0,6 | 0,3 | 1,0 | 1,8 | 0,7 | 1,6 | 4,9 | 4,9 |
| 4 – Móveis e eletrodomésticos | 0,3 | 1,5 | -1,2 | 1,4 | 2,9 | 3,6 | 4,0 | 4,0 |
| 4.1 – Móveis | – | – | – | -3,7 | -1,0 | 0,6 | -1,2 | -1,2 |
| 4.2 – Eletrodomésticos | – | – | – | 3,0 | 4,2 | 4,6 | 5,8 | 5,8 |
| 5 – Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria | 1,3 | 2,9 | -3,6 | 11,1 | 12,9 | 12,3 | 9,5 | 9,5 |
| 6 – Livros, jornais, rev. e papelaria | 2,2 | 2,3 | -1,3 | 6,1 | 11,3 | 3,1 | 4,8 | 4,8 |
| 7 – Equip. e mat. para escritório, informatica e comunicação | 4,6 | 2,8 | 6,9 | 5,6 | 6,0 | 26,6 | 3,8 | 3,8 |
| 8 – Outros arts. de uso pessoal e doméstico | 0,5 | 2,0 | -1,6 | 5,6 | 9,1 | 4,8 | 6,7 | 6,7 |
| COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (3) | 0,4 | 1,2 | -1,0 | 2,7 | 2,0 | 4,6 | 4,0 | 4,0 |
| 9 – Veículos e motos, partes e peças | 2,5 | 0,2 | -1,8 | -2,6 | -3,7 | 2,1 | -0,6 | -0,6 |
| 10- Material de construção | 0,4 | 0,7 | -2,2 | -1,2 | -0,5 | 3,1 | 2,4 | 2,4 |
| 11- Atacado Prod.Alimen.,Beb. e Fumo | 3,6 | 0,5 | 9,2 | 1,0 | 1,0 | |||
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas (1) Séries com ajuste sazonal. |
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O grupo de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação registrou alta de 31,1% em dezembro de 2025 em comparação com o mesmo mês do ano anterior, quarto mês consecutivo de alta e maior variação desde maio de 2021 (32,7%). No acumulado do ano em 2025, o setor chegou a registrar perdas de 2,4% até abril, ganhando força à medida que novos meses eram contabilizados, fechando o ano com ganhos 4,1%, acima do registrado nos anos anteriores: 0,7% em 2024 e 2,0% em 2023. Vale lembrar que o setor é influenciado pela variação do dólar frente ao real e, ao longo do ano, houve desvalorização da moeda americana.
O grupamento de Móveis e eletrodomésticos registrou alta de 6,9% nas vendas frente a dezembro de 2024, seguindo trajetória positiva dos cinco meses anteriores. O setor registrou a terceira maior influência no indicador geral do varejo, contribuindo com 0,5 p.p. para a composição da taxa total de 2,3%. No acumulado do ano de 2025, o resultado foi de ganhos: 4,5% na comparação com 2024, superando os resultados dos anos anteriores (4,1% em 2024 e 2,1% em 2023). Deve-se salientar que o desempenho positivo de 2025, 2024 e 2023 vem depois da atividade apresentar perdas de 6,7% em 2022 em relação a 2021.
O setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria apresentou alta de 6,8% nas vendas frente a dezembro de 2024. O segmento vem registrando taxas positivas, no indicador interanual, desde março de 2023, quando apresentou 7,1% de crescimento. A atividade também teve influência na composição da taxa global, contribuindo com 0,6 p.p. Em 2025, o acumulado foi de 4,5%, completando assim 9 anos consecutivos de ganhos, já que o último ano a fechar com perdas para o setor foi 2016 (-2,1%).
Já a atividade de Combustíveis e lubrificantes registrou crescimento de 3,0% em dezembro de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024, resultado contrário ao movimento registrado no mês anterior (-1,2%). Com isso, a contribuição para a composição da taxa global foi positiva em 0,3 p.p. para o total de 2,3% do varejo. O setor fecha 2025 com ganhos acumulados de 0,6%, primeiro ponto positivo após 2024 registrar perdas em relação ao ano anterior (-1,5%);
O grupo de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou alta de 1,3% em dezembro de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024, primeiro ponto positivo, após uma sequência de quatro meses sem crescimento (-0,5% em agosto, -0,6% em setembro, 0,0% em outubro e 0,1% em novembro). Com isso, o setor fecha o ano de 2025 com ganhos 0,8% em relação a 2024, quarto ano consecutivo com indicadores positivos e o menor dessa sequência: 1,4% em 2022, 3,7% em 2023 e 4,6% em 2024.
O setor de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc., apresentou alta de 0,6% nas vendas frente a dezembro de 2024, nono resultado positivo consecutivo. Dos últimos 23 meses, apenas o mês de março de 2025 registrou queda (-6,2%). Nesse contexto, 2025 acumulou ganhos de 2,2%, ritmo menor que o de 2024 (7,1%).
O grupamento de Tecidos, vestuário e calçados teve um desempenho, em volume, 2,5% inferior a dezembro de 2024, quarto valor negativo consecutivo. O setor foi o único a contribuir negativamente para o total do varejo, somando -0,2 p.p. ao total de 2,3%. O ano de 2025 representou a consolidação de uma retomada de crescimento, com ganhos pelo segundo ano consecutivo: 1,3% em 2025, 2,9% em 2024 e -4,6% em 2023. O desempenho positivo de 2025 no entanto, veio em ritmo de desaceleração desde junho, quando chegou a acumular 5,5%.
A atividade de Livros, jornais, revistas e papelaria caiu 1,6%, em volume, nas vendas frente a dezembro de 2024, invertendo trajetória positiva de dois meses consecutivos (1,0% em outubro e 5,9% em novembro). Após um período quase ininterrupto de quedas, o setor vem experienciando alternâncias de taxas negativas e positivas: altas em maio (3,2%), julho (3,8%), agosto (0,8%), outubro (1,0%) e novembro (5,9%); baixas em junho (-1,1%), setembro (-1,9%) e dezembro. Com isso, o setor volta a acumular perdas no ano 2025 (-0,9%), mas com menor amplitude do que ano anterior (-7,7%). Essas quedas sistêmicas reverberam a migração do consumo de produtos ofertados por empresas dessa atividade (livros físicos) para outras formas de comercialização (plataformas digitais).
No âmbito do comércio varejista ampliado, a atividade de revenda de Veículos e motos, partes e peças apresentou crescimento de 0,7% nas vendas frente a dezembro de 2024, primeiro no campo positivo após seis meses registrando queda. Tais quedas consecutivas nos meses anteriores refletem um ano de 2025 que fecha com perdas acumuladas de 2,9%, no volume, em relação ao ano de 2024. O resultado anual é o primeiro no campo negativo desde 2022, que havia fechado em -1,7%.
Já as empresas de Material de construção apresentaram variação de 0,1% no volume de vendas frente a dezembro de 2024. Nessa comparação interanual, o setor registrou variações negativas ao longo de todo o segundo semestre de 2025, indicando arrefecimento da atividade após crescimento no início do ano. Assim, o segmento fechou 2025 acumulando uma variação de -0,2% em relação ao ano anterior, invertendo trajetória de ganhos acumulados em 2024 (4,8%).
O setor de Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo teve alta de 9,7% em dezembro de 2025 em relação a dezembro de 2024. Nessa comparação interanual, a atividade concentrou resultados negativos durante os primeiros trimestres do ano, invertendo trajetória a partir de setembro (7,7% em setembro, 2,3% em outubro, 0,9% em novembro e 9,7% em dezembro. O setor foi o que mais contribuiu positivamente para a composição da taxa global do varejo ampliado, somando 1,2 p.p. ao total de +2,8% do indicador interanual. Com isso e por conta do desempenho do início do ano, o acumulado de 2025 foi de -2,3%, perdas inferiores ao registrado em 2024 (-7,1%).
Varejo avança 1,6% em 2025, nono ano consecutivo de resultados positivos
O comércio varejista acumulou crescimento de 1,6% em 2025, fechando o nono ano consecutivo com ganhos. O resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, do que 2024 (4,1%) e no mesmo patamar que o fechamento de 2023 (1,7%).
No varejo ampliado, o resultado foi de +0,1%, menor que o de 2024 (3,7%). Setorialmente, sete das onze atividades acumularam ganhos em 2025: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (4,5%), Móveis e eletrodomésticos (4,5%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%), Tecidos, vestuário e calçados (1,3%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).
Quatro atividades terminaram 2025 com perdas em relação a 2024: Veículos e motos, partes e peças (-2,9%), Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%) e Material de construção (-0,2%).
Vendas diminuem em 22 unidades da federação em relação a novembro
Na passagem de novembro para dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista mostrou recuo em 22 das 27 unidades da federação, com destaque para Rondônia (-10,2%), Roraima (-6,4%) e Espírito Santo (-5,9%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 5 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (1,9%), Bahia (1,8%) e Distrito Federal (1,6%).
Para a mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre novembro e dezembro teve resultados negativos em 23 das 27 unidades da federação, com destaque para Rondônia (-7,6%), Paraíba (-5,3%) e Roraima (-5,1%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 4 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (1,9%), Bahia (1,3%) e Distrito Federal (0,6%.
Na comparação anual, vendas sobem em 23 das 27 unidades da federação
Frente a dezembro de 2024, a variação das vendas no comércio varejista foi de 2,3%, com resultados positivos em 23 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (15,6%), Bahia (8,0%) e Santa Catarina (7,4%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 4 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Roraima (-2,4%), Amazonas (-1,5%) e Pará (-0,7%).
Já no comércio varejista ampliado, a variação entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025 teve predomínio de resultados no campo positivo: 21 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (16,1%), Espírito Santo (8,1%) e Mato Grosso do Sul (8,0%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 6 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Piauí (-3,7%), Rio Grande do Sul (-1,0%) e São Paulo (-0,7%).
Fonte
O post “Vendas no varejo fecham 2025 com alta de 1,6%” foi publicado em 14/02/2026 e pode ser visto originalmente diretamente na fonte IBGE – Agência de Notícias
